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As origens da bicicleta

Desde os primórdios da humanidade, os seres humanos buscam novas maneiras de facilitar e agilizar seus meios de transporte, surgindo assim, a montaria em animais, carroças, etc. Ainda há dúvidas de quando e onde surgiu a primeira bicicleta, há registros de projetos de bicicleta feitas por Leonardo da Vinci no século XV, mas ele nunca chegou a executar esses projetos, então a bicicleta ficou só no papel até então. Acredita-se, que foi no século XVII, quando surgiu um veículo feito todo de madeira conhecido como celeirífero que possuía duas rodas, que eram movidas pelos pés, e direção fixa, ou seja, só andava em linha reta, por isso demandava muito esforço para andar nela.

Foi só na segunda década do século XIX que podemos considerar que a bicicleta realmente surgiu, que foi quando o barão alemão Karl von Drais instalou em um celerífero um sistema de direção que permitia fazer curvas e com isto manter o equilíbrio da bicicleta quando em movimento. A “draisiana”, como ficou conhecida, vinha com um rudimentar sistema de freio e um ajuste de altura do selim para facilitar o seu uso por pessoas de diversas estaturas. Em 1860 foram adicionados os pedais.

Mas foi somente no século XX que a bicicleta ficou realmente eficiente, que foi com a adição de pneus de borracha.

 

 

BIBLIOGRAFIA:

https://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/historia_bicicleta.htm

http://www.escoladebicicleta.com.br/historiadabicicleta.html

Livro didático “História 2” da editora Saraiva.

Eugenia

Durante o decorrer da história da humana, diversos povos eliminaram pessoas que nasciam com deficiência, com má-formação e também pessoas doentes. O ato de fazer uma seleção genética de povos, é conhecido como eugenia.
A eugenia, do grego eu(bom) e genesis(criação), surgiu no século XIX, seu criador foi o primo de Charles Darwin, o cientista inglês Francis Galton. Galton analisou famílias e descobriu que a inteligência se transmitia hereditariamente e, publicou isso em seu livro “O gênio Hereditário”, de 1869. Leia abaixo um trecho destacado desse livro:

“[..] as forças cegas da seleção natural, como agente propulsor do progresso, devem ser substituídas por uma seleção consciente e os homens devem usar todos os conhecimentos adquiridos pelo estudo e o processo da evolução nos tempos passados, a fim de promover o progresso físico e moral no futuro”.

Em seu livro, Galton propôs que fosse realizada uma seleção artificial, a criação de uma ciência que estudasse nas famílias quais seriam os bons descendentes e os que não.

Em diversos países foram propostas políticas de “higiene e profilaxia social”, com o objetivo de impedir a reprodução de pessoas que possuíam doenças consideradas hereditárias e, também, exterminar portadores de problemas físicos e mentais. Um exemplo extremo de eugenia foi na Alemanha Nazista, comandada por Adolf Hitler, onde os nazistas almejavam extinguir as “raças humanas” ditas inferiores, deixando apenas as “raças nórdicas” (arianos) que eram consideradas “raças superiores”, resultando no Holocausto.

 

 

 

BIBLIOGRAFIA:

https://www.infoescola.com/genetica/eugenia/

Livro didático História 2 da editora Saraiva

Brasil Colônia

Brasil Colônia é a época que compreende o período de 1530 a 1822.

Este período começou quando o governo português enviou ao Brasil a primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Souza. Em 1532, ele fundou o primeiro núcleo de povoamento, a Vila de São Vicente, no litoral do atual estado de São Paulo.

Logo após a chegada dos portugueses à sua nova colônia, a primeira atividade econômica girava em torno da exploração do pau-brasil, existente em grande quantidade na costa brasileira, principalmente no nordeste do País. Esse período ficou conhecido como Ciclo do Pau-Brasil, A exploração do pau-brasil foi meramente extrativista e não deu origem a uma ocupação efetiva, pois a mesma se acabou na mesma década de chegada.

O Brasil se tornou uma colônia em 1532, Com Martim Afonso de Sousa instalando em , a primeira povoação dotada de um engenho para produção de açúcar. A Coroa dividiu o território em 15 capitanias hereditárias, imensos lotes de terra que se estendiam do litoral até o limite estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.

O Brasil possuía 3 grupos étnicos: o índio, negro africano e o branco europeu, principalmente o português. Assim que era dividida a sociedade brasileira colonial. Os portugueses que vieram para o Brasil pertenciam a várias classes sociais em Portugal, a maioria era formada por elementos da pequena nobreza e do povo, também é preciso ter em conta que as tribos indígenas tinham línguas e culturas distintas, algumas eram inimigas entre si e isto era usado pelos europeus quando desejavam guerrear contra os portugueses, da mesma forma, os negros trazidos como escravos da África possuíam crenças, idiomas e valores que foram sendo absorvidos pelos portugueses e indígenas. No Brasil Colônia, o engenho era o centro dinâmico de toda a vida social. Isso possibilitava o “senhor da casa grande” concentrar em torno de si, grande quantidade de indivíduos e ter a autoridade máxima, o prestígio e o poder local.

Na década de 1690, na região de Minas Gerais, foram-se descobertos ouro e diamante, que sempre constituíram o sonho dos colonizadores. A partir daí se espalhou em várias partes do território nacional. No século XVIII a mineração era a grande fonte de riqueza da metrópole, o Ciclo do Ouro e do Diamante foram responsáveis por profundas mudanças na vida do Brasil colônia, com o crescimento urbano e do comércio.

Em 1640, Portugal contava apenas com as rendas do Brasil. Por isso passou a exercer um controle mais rígido sobre a arrecadação de impostos e as atividades econômicas, chegando a proibir o comércio com estrangeiros, o descontentamento com a política econômica da metrópole fez surgir algumas revoltas, entre elas:

  • Revolta de Beckman(1684), no Maranhão.
  • Guerra dos Emboabas(1708-1709), em Minas Gerais.
  • Guerra dos Mascates(1710), em Pernambuco.

Em fins do século XVIII, teve início os movimentos que tinham como objetivo libertar a colônia do domínio português, entre elas:

  • Inconfidência Mineira(1789).
  • Conjuração Baiana(1798).

No início do século XIX, as condições para a emancipação brasileira estavam maduras. Contribuíram também a conjuntura criada pelas Guerras Napoleônicas e pela Revolução Industrial Inglesa, e com a invasão de Portugal, a sede do reino transferiu-se para o Brasil. Em 1822, deu-se o passo decisivo para consolidar a Independência do Brasil, acabando assim com a época do Brasil colônia.

Bibliografia:

https://www.todamateria.com.br/brasil-colonia/

Emilia Viotti da Costa – Da Monarquia à Republica

Neste livro, Emília Viotti expõe diferentes momentos e vários temas relativos à história do Brasil. No livro ela apresenta as fraquezas e as instabilidades que preocupavam as instituições democráticas com a ideologia liberal, assim como a marginalização política, econômica e cultural de grande parte da população brasileira. A autora segue a perspectiva de que dentro do processo histórico sempre há uma margem relativa de liberdade, a autora procura evitar explicações que apresentam os homens isentos de qualquer responsabilidade, como apenas vítimas de forças históricas incontroláveis. Com base nisto, examina o comportamento das elites brasileiras em alguns momentos decisivos da nossa história, apontando os limites que caracterizam a sua formação histórica e sua relação aos acontecimentos da época.

Quem é Emília Viotti da Costa?

Emília Viotti da Costa, nascida em São Paulo em 28 de fevereiro de 1928.

Graduou-se em História na USP em 1954, com especialização em História na França, onde estudou na Ecole Pratique des Hautes Études, Quinta Secção da Sorbonne, estudando com Emile Labrousse, Charles Morazé e George Gurvitch. Obteve o Doutorado na USP, em 1964, com tese de livre-docência.

Foi professora da USP entre 1964 a 1969, quando foi aposentada compulsoriamente pela ditadura militar por meio do AI-5. Em 1969, na aula inaugural da Faculdade de Filosofia, o tema escolhido pela profª Emília Viotti foi “A crise da Universidade”. Segundo depoimento da própria professora, o texto proferido na aula foi amplamente divulgado em documentos estudantis e em conferências para as quais era convidada.

É autora de diversos livros como Da Monarquia à República, Da Senzala à Colônia, A Abolição, Coroas de glória, lágrimas de sangue & O Supremo Tribunal Federal e a construção da cidadania, etc…

 

 

Bibliografia:

http://www.livrariacultura.com.br/p/livros/historia/historia-do-brasil/da-monarquia-a-republica-266893

http://memoria.cnpq.br/web/guest/pioneiras-view/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/2136445