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Brasil Colônia

Brasil Colônia é a época que compreende o período de 1530 a 1822.

Este período começou quando o governo português enviou ao Brasil a primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Souza. Em 1532, ele fundou o primeiro núcleo de povoamento, a Vila de São Vicente, no litoral do atual estado de São Paulo.

Logo após a chegada dos portugueses à sua nova colônia, a primeira atividade econômica girava em torno da exploração do pau-brasil, existente em grande quantidade na costa brasileira, principalmente no nordeste do País. Esse período ficou conhecido como Ciclo do Pau-Brasil, A exploração do pau-brasil foi meramente extrativista e não deu origem a uma ocupação efetiva, pois a mesma se acabou na mesma década de chegada.

O Brasil se tornou uma colônia em 1532, Com Martim Afonso de Sousa instalando em , a primeira povoação dotada de um engenho para produção de açúcar. A Coroa dividiu o território em 15 capitanias hereditárias, imensos lotes de terra que se estendiam do litoral até o limite estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.

O Brasil possuía 3 grupos étnicos: o índio, negro africano e o branco europeu, principalmente o português. Assim que era dividida a sociedade brasileira colonial. Os portugueses que vieram para o Brasil pertenciam a várias classes sociais em Portugal, a maioria era formada por elementos da pequena nobreza e do povo, também é preciso ter em conta que as tribos indígenas tinham línguas e culturas distintas, algumas eram inimigas entre si e isto era usado pelos europeus quando desejavam guerrear contra os portugueses, da mesma forma, os negros trazidos como escravos da África possuíam crenças, idiomas e valores que foram sendo absorvidos pelos portugueses e indígenas. No Brasil Colônia, o engenho era o centro dinâmico de toda a vida social. Isso possibilitava o “senhor da casa grande” concentrar em torno de si, grande quantidade de indivíduos e ter a autoridade máxima, o prestígio e o poder local.

Na década de 1690, na região de Minas Gerais, foram-se descobertos ouro e diamante, que sempre constituíram o sonho dos colonizadores. A partir daí se espalhou em várias partes do território nacional. No século XVIII a mineração era a grande fonte de riqueza da metrópole, o Ciclo do Ouro e do Diamante foram responsáveis por profundas mudanças na vida do Brasil colônia, com o crescimento urbano e do comércio.

Em 1640, Portugal contava apenas com as rendas do Brasil. Por isso passou a exercer um controle mais rígido sobre a arrecadação de impostos e as atividades econômicas, chegando a proibir o comércio com estrangeiros, o descontentamento com a política econômica da metrópole fez surgir algumas revoltas, entre elas:

  • Revolta de Beckman(1684), no Maranhão.
  • Guerra dos Emboabas(1708-1709), em Minas Gerais.
  • Guerra dos Mascates(1710), em Pernambuco.

Em fins do século XVIII, teve início os movimentos que tinham como objetivo libertar a colônia do domínio português, entre elas:

  • Inconfidência Mineira(1789).
  • Conjuração Baiana(1798).

No início do século XIX, as condições para a emancipação brasileira estavam maduras. Contribuíram também a conjuntura criada pelas Guerras Napoleônicas e pela Revolução Industrial Inglesa, e com a invasão de Portugal, a sede do reino transferiu-se para o Brasil. Em 1822, deu-se o passo decisivo para consolidar a Independência do Brasil, acabando assim com a época do Brasil colônia.

Bibliografia:

https://www.todamateria.com.br/brasil-colonia/

Emilia Viotti da Costa – Da Monarquia à Republica

Neste livro, Emília Viotti expõe diferentes momentos e vários temas relativos à história do Brasil. No livro ela apresenta as fraquezas e as instabilidades que preocupavam as instituições democráticas com a ideologia liberal, assim como a marginalização política, econômica e cultural de grande parte da população brasileira. A autora segue a perspectiva de que dentro do processo histórico sempre há uma margem relativa de liberdade, a autora procura evitar explicações que apresentam os homens isentos de qualquer responsabilidade, como apenas vítimas de forças históricas incontroláveis. Com base nisto, examina o comportamento das elites brasileiras em alguns momentos decisivos da nossa história, apontando os limites que caracterizam a sua formação histórica e sua relação aos acontecimentos da época.

Quem é Emília Viotti da Costa?

Emília Viotti da Costa, nascida em São Paulo em 28 de fevereiro de 1928.

Graduou-se em História na USP em 1954, com especialização em História na França, onde estudou na Ecole Pratique des Hautes Études, Quinta Secção da Sorbonne, estudando com Emile Labrousse, Charles Morazé e George Gurvitch. Obteve o Doutorado na USP, em 1964, com tese de livre-docência.

Foi professora da USP entre 1964 a 1969, quando foi aposentada compulsoriamente pela ditadura militar por meio do AI-5. Em 1969, na aula inaugural da Faculdade de Filosofia, o tema escolhido pela profª Emília Viotti foi “A crise da Universidade”. Segundo depoimento da própria professora, o texto proferido na aula foi amplamente divulgado em documentos estudantis e em conferências para as quais era convidada.

É autora de diversos livros como Da Monarquia à República, Da Senzala à Colônia, A Abolição, Coroas de glória, lágrimas de sangue & O Supremo Tribunal Federal e a construção da cidadania, etc…

 

 

Bibliografia:

http://www.livrariacultura.com.br/p/livros/historia/historia-do-brasil/da-monarquia-a-republica-266893

http://memoria.cnpq.br/web/guest/pioneiras-view/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/2136445